“Facing the Giants”, (Enfrentando os Gigantes), faz qualquer um ficar com os olhos úmidos a maior parte do tempo, ao levar a platéia a uma viagem, uma montanha-russa de emoções. A cena fundamental do filme surge depois que Grant, treinador de futebol de uma escola secundária, atinge o fundo do poço pessoal e profissional. Enquanto luta com seus fracassos e pondera as incertezas do futuro, o treinador chega a um ponto decisivo, que exerce impacto significativo nos membros de sua equipe.
Numa reunião no vestiário, Grant perguntou à sua equipe: “Quem pode me dizer quem ganhou o campeonato estadual dez anos atrás?” Ninguém conseguiu dar-lhe resposta. “E o campeonato de cinco anos atrás?”, ele insistiu. Ninguém ainda foi capaz de responder-lhe. Ele queria que os jogadores se dessem conta que se, alguns anos mais tarde, ninguém se lembraria dos seus resultados no futebol, quer ganhando ou perdendo, então seria melhor reconsiderarem seus propósitos. Em sua opinião eles estavam tentando vencer os jogos apenas para sua própria glória, sem um propósito mais elevado e duradouro em mente.
A resposta desse treinador, biblicamente apropriada, coloca a questão da competição na perspectiva correta. Ele estimulou seus jogadores a jogar futebol para a glória de Deus e não para si mesmos. Seu enfoque era que, mesmo perdendo algumas partidas, mas tendo dado o melhor de sua capacitação e feito tudo para a glória de Deus, teriam sido bem sucedidos aos olhos Dele.
Paulo, um dos principais líderes cristãos de todos os tempos, exortou os seguidores da cidade de Corinto a: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31). Eles necessitavam ter um propósito superior, um motivo claro para tudo que fizessem.
Ao chegar, diariamente, ao seu escritório ou ao seu ambiente de trabalho, você está ali apenas para ganhar dinheiro e ter prestígio profissional, ou tem um propósito maior dado por Deus, que no final, dará glória a Ele?

